Existe uma diferença entre quem quer um negócio e quem quer resolver alguma coisa. Trabalhamos apenas com os segundos.
Vivemos uma era em que qualquer pessoa pode lançar uma marca em uma tarde. O custo de aparecer caiu a quase zero. O custo de importar, ao contrário, nunca foi tão alto. É exatamente nesse vão que nos posicionamos.
O ClientHunters não é um pacote de serviços. É um pacto. Um pacto entre quem tem algo a dizer ao mundo e um coletivo de operadores que já recebeu o suficiente do mercado e decidiu devolver. Antes de discutirmos canais, funis ou tecnologia, perguntamos uma única coisa: seu sucesso melhora a vida de alguém além de você?
Se a resposta for honesta, e se for sim, há uma porta. Se for não, há outras casas.
O que segue são fragmentos. A engenharia completa pertence a quem cruza a avaliação.
Toda consultoria começa pelo que o cliente quer. A nossa começa pelo que ele não está vendo. O briefing é o último lugar onde a verdade aparece.
Identidade visual sem posicionamento operacional é decoração. Construímos a estratégia primeiro; o nome, a paleta e o símbolo são apenas o resultado de uma decisão bem feita.
Não vendemos cliques. Desenhamos trajetórias. Cada etapa do funil precisa responder uma pergunta silenciosa do cliente potencial — antes que ele perceba que a fez.
Sites, dashboards, automações e contratos nascem invisíveis: ninguém deve elogiar a engrenagem; deve elogiar o resultado. Quando um cliente nota a tecnologia, ela falhou.
Contratos B2B e acordos internacionais não são papelada. São o esqueleto do que sua empresa será em cinco anos. Tratamos cada cláusula como uma decisão de identidade.
Há camadas do método que só fazem sentido em sigilo, frente a frente, com o cliente certo. Algumas coisas perdem o efeito quando publicadas.
Um grupo restrito de operadores. Identidades reservadas por escolha.
Somos um grupo restrito de operadores. Construímos, perdemos, reconstruímos. Vivemos o suficiente para entender que aquilo que recebemos — tempo, oportunidades, aprendizados, confiança — não nos pertence. Pertence ao próximo movimento.
O Coletivo nasceu de uma constatação compartilhada: vidas profissionais bem-sucedidas só fazem sentido quando devolvem algo. Nossa contribuição é o que sabemos fazer — método, estratégia, tecnologia, contratos, marca. Operamos quase em anonimato, por escolha. Não há vaidade aqui, e não há tempo para ela.
Cada um de nós já liderou empresas, construiu marcas, negociou no exterior, perdeu noites com cláusulas e ganhou amanheceres com lançamentos. Hoje, juntos, condensamos isso em uma única coisa: uma decisão certa por cliente. É o que oferecemos. É o que cobramos.
Aceitamos poucos projetos. Não disputamos preço. Recusamos briefings que cheiram a vaidade. Acreditamos que o tempo de quem já viu o jogo por dentro é, hoje, o ativo mais subprecificado do mercado — e atuamos de acordo.
A avaliação leva entre cinco e oito minutos. As respostas são lidas — uma a uma — pelo Coletivo. Não há fórmulas automáticas, nem retorno por robô.
Seu projeto resolve um problema concreto. Você consegue descrever esse problema sem usar a palavra "engajamento".
Você está disposto a abandonar boa parte do que leu sobre marketing nos últimos cinco anos. Inclusive os bestsellers.
Você não está atrás de truques. Está construindo algo que precisa fazer sentido também em 2031.
Reputação, palavra e ética importam para você. Tanto quanto receita. Possivelmente mais.
Seu sucesso, se acontecer, beneficia mais pessoas do que você e seus sócios. Você consegue nomeá-las.
Você compreende por que parte deste trabalho precisa ser feita longe das redes sociais — e não vê isso como problema.